segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Tempo de Plástico.


E o meu futuro ainda é meu,
Quem pondera os passos são meus pés.
O tempo nunca esteve ao meu favor,
Mas nunca mais usei relógio.
Posso ver o sol sobre meu rosto,
Mas meus pés continuam gelados.
Sinto o perfume das flores,
Mas nenhuma delas posso alcançar.
Estou aqui só,
Mas nunca estive tão perto de quem sou.

As lágrimas são tão constante,
E eu não posso mais chorar.
Eu ainda amo,
Mas meu coração não bate mais.
E com vontade de gritar,
Minha voz não sai.
Quero voltar,
E continuo no mesmo lugar.
Estou só aqui,
Mas nunca me senti tão perto de quem sou.

O tempo nunca esteve ao meu favor,
Mas nunca mais usei relógio.

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