
E eu espero que a chuva venha para lavar.


Caminhando sobre as folhas na rua
Como se nada fosse diferente,
Então se encontra aquele olhar
Ele esbarrou com o que mais evitou
Seguiu em frente
Pensou que não viu
Mas havia visto
E seu coração apertou
Ele parou de respirar
Mas fugiu da realidade
E seguiu como se fosse um anônimo
Mais a frente
Quando por coragem olhou pra trás
Pecou pensando
Se ela num havia visto também
Grande erro
Foi o suficiente para sufocá-lo
Todos aqueles pedaços que durante muito tempo
Ele lutou para abafar dentro de si
Explodiram num jato de saudade e medo
Ele era mais um
Fugitivo da prisão do amor
Fugia dela, fugia dele mesmo
Mentia sobre gostar de estar só
Negou seu passado

Hoje vi um homossexual famoso declarar que acredita que a “orientação sexual” não cabe somente em fatores culturais, sociais entre outros mas também biológicos até genéticos.
Nessa ultima segunda-feira, ouve o maios alvoroço diante de uma descoberta, em que o homem que trai tem um QI menor em relação aos fiéis, todavia nas mulheres nada nesse aspecto foi encontrado.
Ano de 2009, cientistas buscavam indícios nos cérebros de criminosos que provassem que por aquele problema eles cometiam o crime.
São três fatos que me fizeram parar pra pensar no papel social da ciência, e é nesse ponto em pesquisas que são totalmente com objetivos de estereotipar as pessoas que me preocupo.
Então toda mulher que tiver maior concentração de testosterona do que o normal no corpo será lésbica? Homens com baixo QI não serão nada fiéis. Mulheres, só homens inteligentes. Pessoas com pequeno distúrbio localizado no cérebro podem ser prezas, pois um dia em sua vida cometeram um crime.
Sinto-me na era do nazismo, vejo um método classificatório das pessoas e seus valores a partir da sua fita de DNA, seremos todos geleias rotuladas, (como diria um outra escritora de blogs), nas próximas gerações, as crianças carregarão uma placa com suas características genéticas e suas propensões futuras.
Enquanto essa ciência se ocupa em nos embalar, tem pessoas morrendo de doenças ridículas que se estudadas facilmente se encontraria a cura. Acredito que a ciência se ocupa de mais em buscar significados para fatos de pouca relevância na sobrevivência da humanidade. Eu como alguém que lida com essa área e gosta, defendo o melhor direcionamento das pesquisas.
Busquem a cura para a AIDS que mata ainda milhares de pessoas no mundo, encontre um tratamento para o câncer menos agressivo do que o atual, trabalhem em desenvolvimento de remédios mais em conta para aqueles que não têm condições de compra-los.
Os brilhantes cientistas podem ganhar o Nobel por fazer novas descobertas, que revolucionam todas as áreas cientificas, ou simplesmente causar o caos, como se foi visto na ditadura de Hitler.